terça-feira, 16 de maio de 2017

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Entenda os tipos de foguetes e combustíveis


Resultado de imagem para foguetes

Acabamos de comemorar 30 anos de bons serviços prestados à ciência e à exploração espacial pelas duas sondas espaciais Voyager. Mas, se levamos décadas para atingir apenas a fronteira do nosso próprio Sistema Solar, quando então poderemos explorar as galáxias?
Motores espaciais
Enquanto não aprendemos amanipular a teia do espaço-tempo, continuamos a fazer avanços importantes nos motores das naves espaciais. Já conseguimos construir motores de foguetes com controle da queima de combustíveis líquidos. Mais promissores ainda são os motores iônicos, planejados há décadas, mas só agora sendo utilizados em missões reais. Ainda assim, continuamos falando de missões apenas no interior do nosso Sistema Solar, com vôos durando décadas e, ainda assim, dependendo de trajetórias bem definidas, que aproveitam a aceleração dos campos gravitacionais dos planetas que vão ficando pelo caminho.
Propulsão a laser
A conclusão é óbvia: se quisermos dar início a uma exploração espacial realmente em larga escala precisamos de novas tecnologias. Há inúmeras propostas, todas elas dentro de nossa capacidade de entendimento das teorias, mas igualmente todas ainda longe das possibilidades técnicas de nossa engenharia. Dentre essas novas formas de propulsão, têm merecido destaque aquelas que defendem a utilização de naves alimentadas pela energia de um poderosíssimo raio laser, disparado da Terra - a chamada propulsão a laser.
Ainda estaríamos ligados umbilicalmente à Terra natal mas, em comparação com as naves e sondas atuais seria como sairmos de um andador de criança para um carro último tipo. Teríamos uma capacidade de navegação pelo Sistema Solar que faria delirar os cientistas e viabilizaria pesquisas hoje inimagináveis. E poderíamos realmente chegar a outras estrelas, ainda que com naves não tripuladas.
Propulsão híbrida laser-atômica
Agora há outra alternativa, como um potencial aparentemente superior. Os pesquisadores Dana Andrews e Roger Lenard desenvolveram o conceito de um novo tipo de propulsão chamado de MiniMag, a sigla de Miniature Magnetic Orion. O projeto Orion original desenvolveu a idéia de uma nave espacial impulsionada por sucessivas detonações nucleares.

Os pesquisadores juntaram essa idéia com a teoria da propulsão a laser, criando um tipo de propulsão híbrida que, segundo eles, poderá viabilizar a exploração interestelar a curto prazo e sem depender de novas descobertas científicas disruptivas, que possam trazer para a realidade a utilização de outros caminhos, como as fendas espaciais e os vôos de dobra.

Combustível disparado por laser
A espaçonave teria um motor atômico mas precisaria levar apenas uma pequena quantidade de combustível nuclear. O restante do combustível seria arremessado até ela na forma de minúsculas partículas carregadas pelo feixe de raio laser. As sondas espaciais Voyager também possuem motores atômicos, mas a nova proposta fala de um tipo de motor atômico totalmente novo, no qual as detonações aconteceriam no interior de um reator de compressão magnética. Ainda não temos tecnologia para construir um reator assim, mas as experiências que os cientistas fizeram na Máquina Z comprovam que o conceito é viável.
Reator atômico com compressão magnética
A tecnologia de compressão magnética reduziria drasticamente o tamanho da nave, tanto em relação à nave prevista pelo projeto Orion original, quanto em relação à propulsão a laser original. As pequenas partículas de combustível seriam comprimidas no interior do campo magnético até atingir uma altíssima densidade, quando então seriam detonadas. O plasma resultante da explosão seria dirigida para o exterior por um bocal também magnético, gerando o empuxo que poderia levar a espaçonave às estrelas.
10% da velocidade da luz
Segundo os pesquisadores, uma espaçonave assim seria capaz de atingir 10% da velocidade da luz. O suficiente para revolucionar a exploração de nosso Sistema Solar e de suas vizinhanças e até mesmo para atingir as estrelas mais próximas. Com a vantagem de que se baseia nos conhecimentos da Física atual, não dependendo de nenhuma revolução do conhecimento. Eles acreditam que a tecnologia necessária para viabilizar sua idéia poderá estar ao nosso alcance ainda neste século.
Matuzalem
Mas, como todos os bons visionários, eles não param na fronteira do possível. Estimando os avanços na biologia e na medicina, que farão com que o homem tenha um tempo de vida muito superior ao atual, segundo eles, é concebível popular a galáxia em ciclos de expansão de 60 a 90 anos-luz.
Se ficarmos apenas com a nave que eles propõem construir, viajando a 10% da velocidade da luz, isso equivale a dizer que as tripulações e os colonizadores das galáxias viajando a bordo dessas espaçonaves de conquista de novas planetas deveriam superar Matuzalem e viverem mais de 900 anos. Mas eles não têm pressa, e afirmam que isso poderá acontecer dentro de quatro ou cinco mil anos.
Espaço
Especial Antimatéria: Antimatéria no espaço e nas naves espaciais


 Antimatéria que deveria ter-nos impedidos de existir pode estar à espreita no espaço
Uma das maneiras pelas quais os físicos estão tentando resolver o problema da assimetria matéria-antimatéria é procurando pela antimatéria deixada pelo Big Bang.
O Espectrômetro Magnético Alfa - ou AMS - é um detector de partículas montado na Estação Espacial Internacional que está procurando por estas partículas.
O AMS contém campos magnéticos que curvam a trajetória das partículas cósmicas para separar a matéria da antimatéria. Seus detectores avaliam e identificam as partículas à medida que elas o atravessam.
As colisões de raios cósmicos produzem pósitrons e antiprótons o tempo todo, mas a probabilidade de criar um átomo de anti-hélio é extremamente baixa por causa da enorme quantidade de energia necessária para isso.
Isto significa que, se o AMS conseguir observar mesmo que um único núcleo de anti-hélio, isto seria um forte indício da existência de uma grande quantidade de antimatéria em algum lugar no Universo. O AMS continua fazendo seu trabalho, 24 horas por dias, 7 dias por semana.
 Como impulsionar naves espaciais com antimatéria
Apenas um punhado de antimatéria pode produzir uma quantidade enorme de energia, tornando-se um combustível ideal para naves espaciais interestelares.
A criação de motores para naves espaciais alimentados por antimatéria é teoricamente possível; a principal limitação está em produzir antimatéria suficiente para fazer isso acontecer.
Atualmente, não existe tecnologia disponível para produzir ou coletar antimatéria no volume necessário para alimentar uma espaçonave. Como você viu em outra reportagem desta série, toda a antimatéria produzida pelo homem até hoje não daria para aquecer uma xícara de chá.
No entanto, um pequeno número de pesquisadores tem realizado estudos de simulação de propulsão e de armazenamento de antimatéria, incluindo Ronan Keane e Wei-Ming Zhang (Universidade Estadual de Kent) e Marc Weber (Universidade do Estado de Washington).
Um dia, se pudermos descobrir uma maneira de criar ou coletar grandes quantidades de antimatéria, estes estudos poderão ajudar a tornar realidade as viagens interestelares propelidas por antimatéria, deixando para a história os foguetes químicos e livrando-se da necessidade de estar próximos às estrelas para alimentar painéis solares.
·         Espaço
·         Especial Antimatéria: Antimatéria no espaço e nas naves espaciais

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·        Antimatéria que deveria ter-nos impedidos de existir pode estar à espreita no espaço
·         Uma das maneiras pelas quais os físicos estão tentando resolver o problema da assimetria matéria-antimatéria é procurando pela antimatéria deixada pelo Big Bang.
·         O Espectrômetro Magnético Alfa - ou AMS - é um detector de partículas montado na Estação Espacial Internacional que está procurando por estas partículas.
·         O AMS contém campos magnéticos que curvam a trajetória das partículas cósmicas para separar a matéria da antimatéria. Seus detectores avaliam e identificam as partículas à medida que elas o atravessam.
·         As colisões de raios cósmicos produzem pósitrons e antiprótons o tempo todo, mas a probabilidade de criar um átomo de anti-hélio é extremamente baixa por causa da enorme quantidade de energia necessária para isso.
·         Isto significa que, se o AMS conseguir observar mesmo que um único núcleo de anti-hélio, isto seria um forte indício da existência de uma grande quantidade de antimatéria em algum lugar no Universo. O AMS continua fazendo seu trabalho, 24 horas por dias, 7 dias por semana.

·         Reator atômico com compressão magnética
·         A tecnologia de compressão magnética reduziria drasticamente o tamanho da nave, tanto em relação à nave prevista pelo projeto Orion original, quanto em relação à propulsão a laser original. As pequenas partículas de combustível seriam comprimidas no interior do campo magnético até atingir uma altíssima densidade, quando então seriam detonadas. O plasma resultante da explosão seria dirigida para o exterior por um bocal também magnético, gerando o empuxo que poderia levar a espaçonave às estrelas.
·         10% da velocidade da luz
·         Segundo os pesquisadores, uma espaçonave assim seria capaz de atingir 10% da velocidade da luz. O suficiente para revolucionar a exploração de nosso Sistema Solar e de suas vizinhanças e até mesmo para atingir as estrelas mais próximas. Com a vantagem de que se baseia nos conhecimentos da Física atual, não dependendo de nenhuma revolução do conhecimento. Eles acreditam que a tecnologia necessária para viabilizar sua idéia poderá estar ao nosso alcance ainda neste século.
·         Matuzalem
·         Mas, como todos os bons visionários, eles não param na fronteira do possível. Estimando os avanços na biologia e na medicina, que farão com que o homem tenha um tempo de vida muito superior ao atual, segundo eles, é concebível popular a galáxia em ciclos de expansão de 60 a 90 anos-luz.
·         Se ficarmos apenas com a nave que eles propõem construir, viajando a 10% da velocidade da luz, isso equivale a dizer que as tripulações e os colonizadores das galáxias viajando a bordo dessas espaçonaves de conquista de novas planetas deveriam superar Matuzalem e viverem mais de 900 anos. Mas eles não têm pressa, e afirmam que isso poderá acontecer dentro de quatro ou cinco mil anos.
·         Bibliografia:
NASA estuda conceitos avançados de propulsão espacial

Há poucos dias, a NASA anunciou uma nova rodada de seu Programa de Conceitos Avançados.
Na edição de 2013, estão incluídas tecnologias como animação suspensa de astronautas, sondas espaciais 2D, transformers espaciais e outras:
Uma categoria que mereceu uma atenção à parte foi a propulsão espacial, já que os limites da propulsão química são bem conhecidos, sendo uma tecnologia incapaz de nos levar além das vizinhanças da Terra.

Os motores iônicos - a chamada propulsão elétrica - vêm sendo usados com sucesso em naves espaciais, mas têm limitações quando se fala em missões tripuladas de longa duração porque aceleram muito lentamente, embora de forma constante.
Veja a seguir as propostas de conceitos avançados de propulsão espacial que receberão financiamento da NASA.

Sistema de propulsão pulsada a fissão nuclear
Os sistemas nucleares são usados há décadas no espaço - as sondas Voyager, por exemplo, os artefatos humanos mais distantes da Terra, assim como o robô Curiosity, que está em Marte, são alimentados por fontes nucleares.
Mas o que Rob Adams, do Centro Marshal da NASA, está propondo é diferente.
Ele quer reativar a chamada Propulsão Pulsada a Plasma, que a própria NASA estudou nos anos 1960, por meio de um projeto chamado Orion.
Esse sistema combina densidade de energia e impulso específico elevados - a fraqueza da propulsão química - com grande empuxo - a fraqueza da propulsão elétrica -, superando largamente o desempenho de todos os outros sistemas conhecidos.
"O objetivo deste estudo é investigar a interligação dos aspectos técnicos e de desempenho das arquiteturas acessíveis a um Sistema de Trânsito Pulsado a Plasma (PPTS) com sistemas de voo tripulado e robótico," diz o engenheiro.
"Também vamos estudar as preocupações científicas, técnicas, jurídicas, político/institucionais e ambientais que os interessados podem ter que poderiam dificultar a adoção do PPTS," concluiu.

                                                                                                                                                                                                                 Propulsão dupla para explorar o Sistema Solar
Nathan Jerred, da Associação de Universidades de Pesquisas Espaciais, está propondo unir dois sistemas de propulsão já conhecidos e testados para obter o melhor de cada um deles.
A ideia é juntar a propulsão elétrica - os motores iônicos, que têm energia e impulso específico elevados, mas baixo empuxo - com a propulsão termal - que tem elevado empuxo, mas gasta combustível demais.
"A alta capacidade de empuxo do modo térmico é ideal para um escape rápido da órbita da Terra, para manobras orbitais drásticas e para inserção orbital. A alta eficiência do modo elétrico é ideal para viagens interplanetárias," defende Jerred.
O projeto envolve testar o sistema de propulsão dupla, alimentado por fonte nuclear - um gerador de radioisótopos -, nos chamados cubesats, satélites artificiais de pequeno porte.
Se tiver sucesso, o pesquisador afirma que isto transformará os cubesats em verdadeiros exploradores do Sistema Solar, que poderão ser enviados às centenas para os mais diversos destinos, já que são uma opção barata e de desenvolvimento rápido em relação às missões robóticas tradicionais.


Propulsão a Força Plasmônica
Joshua Rovey, da Universidade de Missouri, também vislumbra meios de criar pequenas espaçonaves rápidas para ampliar os horizontes das pesquisas espaciais para além da órbita baixa da Terra.
A plasmônica vem sendo largamente pesquisada no campo da eletrônica e das tecnologias optoeletrônicas.
A plasmônica funciona com base em ondas superficiais de elétrons chamadosplásmons de superfície.
Os pesquisadores querem usar essas ondas elétricas para criar "campos de força plasmônica" induzidos por energia solar.
"Nós vamos comparar nossos resultados com os propulsores estado da arte (por exemplo, a propulsão elétrica por eletroaspersão) e os geradores de torque (por exemplo, as rodas de reação). Vamos também avaliar a viabilidade da propulsão plasmônica para atender e/ou exceder as rigorosas exigências de futuras missões da NASA, disse Rovey.

Fontes diversas

sexta-feira, 12 de maio de 2017

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Avião espacial ultra-secreto pousa com segurança e bate recorde de permanência no espaço


Avião espacial ultra-secreto


O misterioso avião espacial da Força Aérea dos Estados Unidos finalmente pousou na Flórida após quase dois anos em órbita, batendo novo recorde.
O avião espacial que utiliza energia solar e se parece com uma miniatura dos Ônibus Espaciais da NASA foi originalmente projetado para reparar satélites, antes da NASA descontinuar o projeto e passá-lo para o

Departamento de Defesa dos EUA em 2004.
Agora, após uma missão que durou 718 dia, o enigmático veículo pousou com sucesso uma vez mais nas Instalações de Pouso do Ônibus Espacial, no Centro Espacial Kennedy da NASA, na Flórida. O Brigadeiro Wayne Monteith disse:

Hoje  marca um dia incrivelmente empolgante para a 45ª Space Wing (‘Asa Espacial’, divisão da aeronáutica dos EUA). Nossa equipe tem se preparado para este evento por vários anos, e estou extremamente orgulhoso em ver nosso trabalho árduo e dedicação culminarem no pouso seguro e de sucesso do X-37B de hoje.


Randy Walden, diretor do Escritório de Capacidades Rápidas da Força Aéra, disse:
O trabalho árduo da equipe do X-37B OTV e da 45ª Space Wing demonstrou com sucesso a flexibilidade e determinação necessárias para continuar os avanços da nação no espaço .
A habilidade de pousar, restaurar e lançar do mesmo local melhora ainda mais a habilidade do OTV de rapidamente integrar e qualificar novas tecnologias espaciais.
Porém, como é de praxe, nenhum detalhe da missão do veículo foi revelado ao público.
n3m3
Fonte

Matéria Publicada tbm no site: 
 http://ovnihoje.com/2017/05/08/aviao-espacial-ultra-secreto-pousa-com-seguranca-e-bate-recorde-de-permanencia-no-espaco/

segunda-feira, 1 de maio de 2017

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Sonda Cassini fotografa possíveis OVNIs / UFOs ao passar próximo de lua de Saturno


Cassini fotografa possíveis OVNIs

A sonda Cassini da NASA teve sua última passagem por Titã, uma das luas de Saturno, e transmitiu imagens mostrando objetos misteriosos ao redor da lua nebulosa antes de suas finais 22 órbitas ao redor do planeta anelado.


A nave fez sua 127ª e final aproximação de Titã em 21 de abril, passando à uma altitude de 979 quilômetros acima da superfície daquela lua.
O voo também colocou Cassini na rota de seu dramático último ato, conhecido como o ‘Grande Finale‘. A missão será concluída com um mergulho na atmosfera de Saturno em 15 de setembro de 2017.
Matéria Publicada em :
http://ufosightingshotspot.blogspot.com.br/2017/04/nasa-just-released-cassini-images.html
http://ovnihoje.com/2017/04/29/cassini-fotografa-possiveis-ovnis/

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Nasa : O sinal de Cassini detectado após o mergulho através dos anéis de Saturno


This artist's rendering shows NASA's Cassini spacecraft above Saturn's northern hemisphere

Aproximadamente às 3 da manhã, EDT, em 27 de abril, os controladores terrestres detectaram o sinal portador da espaçonave Cassini e esperavam que a Deep Space Network da NASA se conectasse ao sinal, após o qual os dados de engenharia relacionados ao estado da espaçonave deveriam começar a fluir dentro.

A nave espacial fez seu primeiro mergulho através da estreita abertura entre Saturno e seus anéis em 26 de abril. Como essa lacuna é uma região que nenhuma espaçonave jamais explorou, a Cassini usou sua antena de alto ganho em forma de prato (13 pés ou 4 metros de diâmetro) Um escudo protetor enquanto passa através do plano do anel. Não foram esperadas partículas maiores do que partículas de fumo, mas a medida de precaução foi tomada no primeiro mergulho. A equipe da Cassini usará os dados coletados por um dos instrumentos científicos da nave espacial (o Subsistema de Onda de Rádio e Plasma) para determinar o tamanho e a densidade das partículas do anel na abertura antes de mergulhos futuros. Como resultado da sua orientação de antena para frente, a nave espacial estará fora de contato com a Terra durante o mergulho.

Provavelmente não antes das 3:30 da manhã EDT (12:30 a.m. EDT), as imagens estão programadas para ficarem disponíveis a partir da espaçonave.

Como os engenheiros da Cassini monitoram o status da espaçonave, as atualizações desses marcos serão adicionadas em:

Http://saturn.jpl.nasa.gov/grandfinale-milestones

Atualizações também serão postadas em mídias sociais em:

Https://www.twitter.com/CassiniSaturn

Https://www.twitter.com/NASAJPL

Mais informações sobre Cassini está em:

Http://www.nasa.gov/cassini

Http://saturn.jpl.nasa.gov

A missão Cassini-Huygens é um projecto cooperativo da NASA, ESA (Agência Espacial Europeia) e da Agência Espacial Italiana. JPL, uma divisão da Caltech em Pasadena, Califórnia, gerencia a missão para a NASA's Science Mission Directorate. JPL projetou, desenvolveu e montou o orbitador Cassini.

Preston Dyches
Jet Propulsion Laboratory, Pasadena, Calif.
818-394-7013
Preston.dyches@jpl.nasa.gov

2017-121

Última atualização: 27 de abril de 2017
Editor: Tony Greicius
Tags: Cassini, Jet Propulsion Laboratory, Planetas, Saturno, Sistema Solar

Leia mais no site :
https://www.nasa.gov/feature/jpl/cassini-s-first-grand-finale-dive-milestones

sábado, 22 de abril de 2017

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OVNIs : Sera possivel aver uma base de ovnis em Peruibe



 Peruíbe é uma belíssima cidade do litoral sul do estado de São Paulo, situa-se geograficamente entre duas grandes áreas de preservação ambiental da Mata Atlântica: a Estação Ecológica da Juréia-Itatins e o Parque Estadual da Serra do Mar, ambas reconhecidas pela UNESCO como reserva da Biosfera. Esse foi o “palco” de mais uma pesquisa de campo do grupo de Pesquisas Ufológicas EXO-X (nesta pesquisa representado por Paulo Aníbal G. Mesquita, Dino Nascimento, Henry Albert e S. S. Saga) numa apuração efetiva da casuística ufológica na primeira quinzena do mês de Julho de 2002. Tivemos a oportunidade de contatar o Sr. Ernandez, de 27 anos.

 Ele nos relatou que em meados do ano de 2001, por volta das 21:30h, na localidade do Perequê, observou uma forte luz dourado-prateada vinda da direção do Morro do Juquiá e que, aos poucos foi aumentando de tamanho devido à aproximação do objeto até o momento; chegou tão próximo que ele pode perceber alguns detalhes. Segundo suas palavras, assemelhava-se a um “ônibus” com as extremidades arredondadas, e pode até mesmo observar a existência de “janelas”.

O objeto passou acima de sua cabeça numa altitude aproximadamente de 50 metros e, nesse instante o sr. Ernandez teve algumas sensações estranhas de “levitação” e arrepio por todo corpo. Ele complementou o relato dizendo ainda que a luz iluminava em volta do OVNI e também a área em que ele se encontrava da mesma forma. Tudo isso ocorreu no mais absoluto silêncio, e o objeto voou em direção à Serra de Itatins, após o quê, o som natural da mata se restabeleceu.

INVESTIGAÇÃO NO LOCAL

 Em companhia da testemunha, Henry, Saga e eu fomos ao local indicado por ele para uma verificação in loco e coleta de evidências. Tivemos à oportunidade de conhecer um grupo de pescadores na região do Guaraú, sendo que um deles, o sr. Marcelo, também nos relatou alguns fenômenos estranhos, tais como luzes avermelhadas surgindo de forma inexplicável voando em diversas trajetórias, saindo ou entrando no mar. Outro acontecimento que o deixou intrigado quando pescava num local próximo à Ilha da Queimada Grande, foi que mudou sua direção de forma anormal e ficou apontando na direção da praia de de Barra do Una.


 Outra localidade muito citada por testemunhas é Pedra da Serpente, onde foram e continuam sendo relatados avistamentos de luzes e até seres luminosos, com um brilho esbranquiçado intenso; em algumas oportunidades, esses seres foram vistos saindo da própria Pedra da Serpente, como me afirmou uma testemunha que se identificou apenas como José. Segundo ele, a pedra parece ser um “portal” e disse que muitos sentem “algo” de estranho quando estão ao lado da pedra. Segundo Suzana, de 21 anos, em meados do ano 2000, foram vistas duas bolas de luz esbranquiçadas, sendo que uma delas dava a impressão que saia da pedra.

 O fato foi observado de dentro do seu automóvel, por volta da meia noite, poucos metros antes da curva em torno desta pedra. Ela parou na curva e reparou que os objetos luminosos foram em direção ao mar; um deles entrou na água, e seu brilho era tão intenso que ela ainda pôde acompanhar um pouco sua trajetória submersa. A impressão que ficou, ela disse, foi a de que as luzes foram na direção da Queimada

OBJETOS SUBMARINOS

 Também estivemos na região da na região da Pedra da Serpente para fazer algumas investigações no local, e verificar todo o campo de visão do mar em torno. Colhemos material rochoso e, aparentemente nada de anormal foi detectado. Trata-se de uma região de beleza particular, com uma bela visão da Ilha da Queimada Grande – o habitat natural da jararaca ilhôa (Bothrops insularis), que tem o veneno vinte vezes mais poderoso do que o das jararacas do continente.



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Em Setembro de 2001, um casal teve uma experiência incrível. Estavam sentados numa região da praia de Barra do Una, por volta da uma hora da madrugada, quando viram uma enorme bola de luz branca pairando sobre à areia. Dois seres muito luminosos saíram dessa “bola” e um veio na direção do casal. Muito assustados saíram correndo e foram para casa; mas, antes de entrar ela olhou para trás e reparou que os seres estavam flutuando próximo ao chão, e em seguida “bola de luz”, que subiu sem emitir qualquer som.

Esse relato foi citado como um exemplo da casuística na Barra do Una, mas em outros locais como a Juréia, Serra de Itatins, praia de Guaraú, Ponta de Paranapuã, Praia do Peruíbe, e Morro dos Prados, também temos relatos de avistamentos e mais dois “pousos”, sendo um deles no Perequê.

Além disso, é preciso salientar os OSNIs (Objetos Submarinos Não Identificados), como relatam alguns pescadores nas proximidades da Ilhada Queimada Grande e da Queimada Pequena. Com base nos avistamentos e usando uma carta náutica do litoral sul de São Paulo determinamos alguns pontos comuns da casuística e chegamos a conclusão que é possível haver uma base submarina dos OVNIs nas proximidades da Ilha da Queimada Grande. Talvez toda essa região envolvendo da Juréia e Peruíbe tenha algo que provoque o interesse nos tripulantes desses objetos. Sabemos que se trata de uma região rica em elementos radioativos, mas será esse o motivo? Por que tantos avistamentos?


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Curiosamente, em uma das noites de pesquisa, também avistamos no céu, na companhia de Saga e do Delegado Dr. Guilherme Raimundo, um objeto de forte brilho avermelhado.
De um fato temos certeza: a enorme riqueza natural da região, pois trata-se de um “santuário” da Mata Atlântica.

Matéria Publicada no site: http://www.portalburn.com.br/possivel-base-de-ovnis-em-peruibe/

sexta-feira, 21 de abril de 2017

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Planeta recém descoberto é o melhor já encontrado para procurar por vida alienígena




Uma planeta recém descoberto ao redor de uma distante estrela pode pular no topo da lista de lugares onde cientistas devem procurar por vida alienígena
O mundo alienígena, conhecido como LHS 1140b, é um planeta rochoso, similar à Terra. Ele está a somente 40 anos-luz de distância do nosso sistema solar (essencialmente “ali na esquina” em termos cósmicos), e está situado na assim chamada ‘zona habitável’ de sua estrela, o que significa que a água no estado líquido poderia potencialmente existir em sua superfície.  Vários outros planetas também se encaixam neste critério, mas poucos deles são apropriados para estudo como o LHC 1140b, de acordo com os cientistas que o descobriram, porque o tipo de estrela que ele orbita e a orientação do planeta em relação à Terra o fazem ideal para investigações se ele é o tipo de lugar onde a vida poderia prosperar.
Jason Dittmann, membro pós-doutorado do Centro Harvard-Smithsoniano para Astrofísica (CfA) e autor líder do trabalho que descreve a descoberta, disse numa declaração da CfA:

Não poderíamos esperar por um alvo melhor para desempenhar uma das maiores procuras na ciência – procurar por evidência de vida além da Terra.

Atmosfera alienigena

Milhares de exoplanetas têm sido descoberto orbitando estrelas nos últimos 20 anos. Muitos desses planetas se encaixam nos requerimentos básicos para abrigar a vida tal como a conhecemos – eles são rochosos como a Terra (ao invés de gasosos, como Saturno ou Júpiter) e estão na zona habitável de suas estrelas.
O LHS 1140b se encaixa nesses requerimentos iniciais. Através de múltiplas observações, Dittmann e seus colegas determinaram que o planeta recebe aproximadamente 0,46 vezes tanta luz de sua estrela mãe quanto a Terra recebe do Sol.  O planeta tem aproximadamente 1,4 vezes o diâmetro da Terra e 6,6 vezes a massa, o que o torna aquilo que chamam de uma super-Terra.
O próximo passo que os cientistas darão para descobrirem se exoplanetas como o LHS 1140b são habitáveis (ou menos inabitáveis) é o de examinar suas atmosferas. Uma atmosfera pode fornecer às formas de vida um ingrediente necessário para a vida (tal como o oxigênio ou dióxido de carbono aqui na Terra), e também poderia mostrar sinais de que a vida existe lá (por exemplo, na Terra a maior parte do metano é produzido por organismos biológicos).  Os cientistas estão trabalhando para compreenderem o que a atmosfera de um exoplaneta pode revelar sobre a probabilidade dele abrigar a vida…
…A estrela HS 1140 é uma anã M (também conhecida como anã vermelha).  Ela tem somente um quinto do tamanho do Sol da Terra e é significativamente mais fria.
Dittmann disse que sua equipe foi aprovada para usar o Telescópio Espacial Hubble, a fim de conseguirem uma melhor visão da estrela e de quão brilhante ela é nas ondas ultravioleta e raio-X. A equipe também planeja usar o Hubble para começar a agregar dados sobre a atmosfera do LHS 1140b, já com a expectativa de serem capazes de estudá-lo com telescópios maiores, tais como o Telescópio Espacial James Webb, que será lançado em 2018, e o Telescópio Magalhães Gigante e o Telescópio de Trinta Metros que serão ativados na década de 2020.
Os cientistas podem não encontrar vida no LHS 1140b, mas suas perfeitas características o tornam ideal para ensinar aos cientistas sobre como planetas ao redor de uma estrela anã M evoluem.
Victoria Medows, Professora de Astronomia da Universidade de Washington, que não esteve envolvida na pesquisa disse:
As anãs M são o tipo de estrelas mais comuns na galáxia. e a descoberta do LHS 1140b nos fornece uma excelente oportunidade para aprendermos mais se planetas que orbitam estas estrelas são habitáveis.  Se planetas como o LHS 1140b que orbitam anãs M possam ser habitáveis, então isto irá aumentar o potencial para a prevalência de vida por toda a galáxia.
Mesmo tendo certeza de que a vida extraterrestre já visita a Terra há muito tempo, esperamos da mesma forma a confirmação oficial da ciência.
n3m3
Publicado tbm no site : 

http://ovnihoje.com/2017/04/20/planeta-recem-descoberto-e-o-melhor-ja-encontrado-para-procurar-por-vida-alienigena/
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Documento Oficial relatos 25 anos antes do caso ET de Varginha

Sunrise Time-lapse from the International Space Station (ISS)



Linda imagem da Estação Espacial !!!

Peruíbe, no litoral de São Paulo, seria alvo frequente de 'ovnis'

Ufólogos de diversos cantos do país visitam a cidade que possui inúmeros relatos de aparições de objetos voadores não identificados (ovnis). Alguns cientistas têm explicações para o fato de a cidade 'atrair supostos ETs'. Fonte: http://mais.uol.com.br/view/dsirb7h509tj/peruibe-no-litoral-de-sao-paulo-seria-alvo-frequente-de-ovnis-0402CD1C3466D4B15326?types=A&

Visão abordo Estação Espacial Internacional - NASA