quinta-feira, 2 de maio de 2019

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A união entre a raça humana permitirá o desacobertamento dos OVNIs… Talvez?


A união entre a raça humana permitirá o desacobertamento dos OVNIs

u estava considerando o que seria necessário para realmente nos encontramos com os ETs em escala maior, depois de assistir a um documentário e fazer uma pesquisa para um livro que estou pensando em escrever. Esses pensamentos me levaram a este post
Estou começando a dar credibilidade ao conceito de que a razão pela qual não temos contato com ETs é a falta de união entre a raça humana. E isso não é asneira de hippies.
Estou curioso para saber o que você pensa sobre o meu processo de pensamento aqui…
Primeiro, para o propósito deste post, vamos operar sob a suposição de que a vida existe além da Terra e que nossas mídias obsessivas, belicosas, poderosas, fofoqueiras, polarizadoras e antagônicas não são o ápice da vida em todo o universo (quando eu coloco dessa maneira, eu acho, “pqp – eu espero que não seja o auge, pois nós meio que somos péssimos”).
Isto posto, minha mente vai considerar que as espécies ETs que farão o primeiro contato em escala total com nós humanos obtiveram a capacidade de viajar entre as estrelas de duas maneiras:
Tornando-se a espécie ou raça dominante pela força
1. Outras espécies teriam o mesmo conceito de “cadeia alimentar” que temos.
2. As leis gerais da economia governariam seu mundo como o nosso, até que a tecnologia alterasse essas leis.
3. Isso leva à soberania de tribos/territórios/país/geral.
4. Quanto a economia, a noção de escassez produziria conflito.
5. Conflito resultaria em guerra(s).
6. A guerra continuaria até que um vencedor claro fosse declarado.
7. Para os ricos vão os despojos.
8. Os recursos/tecnologia são consolidados
9. Os recursos podem ser realocados longe do conflito militar.
10. Para as estrelas eles vão.
Estas seriam as Entidades Biológicas Extraterrestres (EBEs) ruins – elas escolhem não fazer contato em escala porque os humanos são abundantes, engenhosos, rápidos no gatilho e não vão se render facilmente. Os ETs querem conquistar, mas percebem que somos realmente uma praga muito difícil de erradicar. Eles são bons em matar populações, mas vai ser bastante difícil nos tirar sem explodir o planeta. Então eles não atacam – mas eles não são legais e não se anunciarão porque isso nos unificaria e prejudicaria sua capacidade de nos dividir e conquistar.
Tornando-se a espécie ou raça dominante através da união
Estes são os ETs bons. Em algum momento eles descobriram que chutar os sacos uns dos outros não está realmente fazendo muito bem para ninguém, já que estão fazendo isso quanto as diferenças raciais/nacionalidade/cultura/ tc. Então eles pararam com isso e fluíram mais desta forma:
1. A espécie tem uma “cadeia alimentar” muito parecida com a nossa.
2. Equivalentes humanos sobem ao topo.
3. Tribalismo/espírito competitivo entra em ação, as fronteiras são desenhadas.
4. A economia entra em ação e a escassez ocorre.
5. A guerra irrompe.
6. Então mais guerras surgem.
7. Algumas nações proeminentes (tribos) se formam e atingem um impasse devido à destruição mutuamente assegurada.
8. Fazer o jogo militar nesta escala é caro.
9. Percebemos que todos podem se unir, quando aceitamos que somos todos humanos, paramos de lutar e nos abraçamos.
10. O dinheiro que foi usado para a guerra agora é usado para coisas como a exploração do espaço colaborativo.
11. O conflito acaba, a paz ganha o dia e trabalhamos para expandir nossa raça e viajar para as estrelas.
12. Podemos viajar entre as estrelas
Esses bons ETs não nos tocariam nem com uma vara de 3 metros, porque não estamos nem perto de onde eles estão socialmente e somos perigosos – pelas mesmas razões, os ETs ‘ruins’ se afastam. Esses bons ETs nos observam e querem nos ajudar, porque não têm os problemas que enfrentamos e se os ‘maus ETs’ vencerem, esse é mais um problema com o qual eles terão que lidar no futuro.
A principal diferença entre ‘bom’ e ‘mau’ aqui é como eles chegaram aqui como uma raça – o que irá ditar suas intenções. Os bons provavelmente derrubam armas nucleares e os maus provavelmente tentam criar a Nova Ordem Mundial/Estado Islâmico/Deus para nos dividir, nos fragmentar, criar alianças e nos destruir de dentro para fora. Mas, quando os bons nos vêem, eles procuram nos mover em uma direção diferente e evitar os problemas que poderíamos ter tido – como ajudar nos avanços maciços em tecnologia desde que a Segunda Guerra Mundial e as bombas nucleares foram lançadas – o que nos interconectou mais.
Por que os bons fizeram isso?
A tecnologia resolve tudo isso – nós vamos além da economia e da divisão, o que permite que os “bons ETs” cheguem a nós e compartilhem seu conhecimento – avançando cubicamente para os seres humanos e ao mesmo tempo evitando que outra ameaça hostil (como os “ETs maus”) expandam e ameacem sua paz, custando-lhes recursos.
Assim, a unidade – da qual pregamos as virtudes, mas nunca realmente a executamos – realmente convida ao contato ET e um futuro melhor para a raça humana. Sem a unidade – não há desacobertamento.
Fontes da Matéria:

terça-feira, 30 de abril de 2019

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China irá construir uma base na Lua


China irá construir uma base na Lua

Administração Espacial Nacional da China (CSNA) pretende construir a estação de pesquisa na região do pólo sul da Lua Zhang Kejian, disse o chefe da CSNA em um comunicado público. Isso é um tanto diferente dos seis pousos da NASA durante as missões Apolo, que ocorreram mais perto do equador da Lua entre 1969 e 1972.
Detalhes dos planos lunares de longo prazo da China ainda são incompletos, mas a CSNA deu passos significativos em direção à exploração da Lua. No início deste ano, os chineses pousaram com sucesso a sonda não tripulada Chang’e-4 no lado oculto da Lua e também colocaram astronautas a bordo de duas estações espaciais temporárias, Tiangong-1 e Tiangong-2. Sua agência espacial também planeja colocar uma estação maior e mais permanente em órbita nos próximos anos.
As primeiras partes dessa estação permanente chegarão à órbita a bordo do novo foguete Long March-5B daquele país no primeiro semestre de 2020, informou a Agence France-Presse (AFP). A missão não será associada à Estação Espacial Internacional – ISS. A ISS está chegando ao fim de sua vida útil, e ainda os Estados Unidos e a China não cooperam em empreendimentos de voos espaciais.

Kejian também anunciou que o Chang’e-5, uma sonda de pouso lunar, originalmente prevista para o lançamento em 2017, tentará chegar à Lua e retornar com amostras ainda em 2019, Xinhua relatou.

Atualmente, a China gasta mais em voos espaciais do que qualquer outro país, exceto os EUA, segundo a AFP. No momento, os EUA não conseguem colocar humanos no espaço sem pegar carona em um foguete russo; planos para mudar esse modelo usando foguetes com fins lucrativos – como os da SpaceX – atingiram alguns obstáculos. Ainda assim, autoridades americanas também sugeriram que há planos para retornar à Lua e permanecer no planeta por um longo período no futuro próximo.
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quarta-feira, 10 de abril de 2019

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Experimento da NASA produz efeito similar a invasão alienígena


Experimento da NASA produz efeito similar a invasão alienígena


Um recente lançamento do foguete da NASA produziu um espetáculo estranho de luzes nos céus da Noruega. O fenômeno, que foi avistado em 5 de abril, lembrava um jogo de Space Invaders, com vários aglomerados de formas e cores sobre os céus do norte da Noruega. . 
 
No entanto, o espetáculo não teve nada a ver com extraterrestres e foi, de fato, um foguete duplo lançado pela NASA, projetado para estudar o fluxo de ventos na atmosfera superior da Terra.
Conhecido como Auroral Zone Upwelling Rocket Experiment (AZURE), o lançamento teve como alvo a ionosfera do planeta com marcadores químicos contendo trimetilalumínio e uma mistura de bário/estrôncio.
Eles foram liberados entre 115 e 250 quilômetros acima da superfície da Terra.

A NASA escreveu:
Essas misturas criam nuvens coloridas que permitem aos pesquisadores rastrear o fluxo de partículas neutras e carregadas, respectivamente.
Ao rastrear o movimento dessas nuvens coloridas por meio de fotografias no solo e triangular suas posições momento a momento em três dimensões, o AZURE fornecerá dados valiosos sobre o fluxo vertical e horizontal de partículas em duas regiões-chave da ionosfera.
Tais medidas são críticas se quisermos realmente entender os efeitos da misteriosa, porém bela aurora.
(Fonte)

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Viajante do tempo diz em programa de rádio que haverá uma guerra entre alienígenas e humanos


Viajante do tempo diz em programa de rádio que haverá uma guerra entre alienígenas e humanos


Jason Quitt, autoproclamado viajante do tempo, recentemente falou em um programa de rádio nos EUA e afirmou que uma guerra sangrenta será travada entre alienígenas e humanos no futuro. 
O  homem que se considera um viajante do tempo multidimensional fez essas revelações surpreendentes enquanto falava no programa de rádio Coast to Coast AM da semana passada.

De acordo com Jason Quitt, a próxima guerra entre alienígenas e humanos será tenebrosa, e forçará a humanidade a mudar a ordem mundial existente. Quitt também deixou claro que não é capaz de mudar o futuro, criando assim um paradoxo.
Em um determinado momento, Quitt revelou ter testemunhado uma cidade tecnologicamente avançada, onde os habitantes podiam se comunicar com pessoas e objetos usando telepatia. Ele também revelou que os seres humanos que vivem no futuro estão integrados à inteligência artificial (IA). O viajante do tempo acrescentou que o governo no futuro será na verdade uma presença de Inteligência Artificial (IA) conectada a cada pessoa na Terra.
Jason Quitt, durante a entrevista, também detalhou as consequências da guerra entre alienígenas e humanos. De acordo com ele, a guerra que será travada entre alienígenas e humanos não será a mesma descrita nos filmes de Hollywood, e será muito mais desastrosa do que isso.


Ele disse:
O que se vê em uma zona de guerra não é o que você vê nos filmes, é muito diferente e dói ver essas coisas. Você fica chocado e não sabe como expressar isso porque fica com você,
Jason Quitte está agora lentamente emergindo como uma personalidade popular entre os teóricos da conspiração em todo o mundo. Em várias palestras e entrevistas, ele deixou claro que ele não tem a capacidade de viajar fisicamente no tempo; em vez disso, ele pode viajar pelo tempo, deixando seu corpo.
Quitte revelou durante a entrevista no Coast to Coast AM:
Quando estou fora, perco todo o controle. Eu não tenho ideia para onde estou indo ou se vou mesmo manter essa memória. Se eu tentar influenciar a experiência, eu acordo. Essas experiências parecem durar apenas alguns minutos – são muito rápidas. Então eu estou tentando muito estender isso…
(Fonte)

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domingo, 24 de março de 2019

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O enigma do OVNI do Lago Michigan dura 25 anos


O enigma do OVNI do Lago Michigan dura 25 anos


Em 8 de março de 1994, centenas de testemunhas relataram ter visto luzes estranhas no céu sobre o Lago Michigan, nos EUA.

 

O incidente, que até hoje continua sendo um dos mais intrigantes avistamentos em massa de OVNIs na história, foi relatado por testemunhas ao longo de 320 quilômetros da linha costeira do Lago Michigan.
O que tornou os avistamentos tão atraentes foi o fato de que eles foram denunciados por não apenas moradores, mas também por um policial e uma equipe meteorológica local, tornando-os muito mais difíceis de serem ignorados.
Uma testemunha, Cindy Pravda, da cidade de Grand Haven, lembrou ter visto quatro luzes estranhas no céu naquela noite.


Ela disse ao Detroit Free Press:
Eu sou conhecido como a dama OVNI de Grand Haven.
Eu os observei por meia hora. Onde estou de frente para eles, o da esquerda se afastou. Ele se mudou para a rodovia e depois voltou na mesma posição. O da direita desapareceu em um piscar de olhos e, finalmente, tudo desapareceu rapidamente.
Em outro lugar, Daryl e Holly Graves, junto com seu filho Joey, relataram ter visto algo semelhante em Holland, Michigan, na mesma noite.
Joey disse:
Eu vi seis luzes na janela acima do celeiro do outro lado da rua. Eu me levantei, fui até o sofá e olhei para o céu. Eles eram vermelhos e brancos e estavam em movimento.
O policial Jeff Velthouse, da cidade de Holland, que também testemunhou as luzes, descrevendo:
…cinco a seis objetos, alguns cilíndricos com luzes azuis, vermelhas, brancas e verdes.
Leo Grenier, do Serviço Nacional de Meteorologia do condado de Muskegon, revelou mais tarde que vários ecos desconhecidos haviam sido detectados no radar no momento do avistamento de Velthouse.
Ele disse:
Meu colega olhou para o radar e observou três ecos quando o policial estava descrevendo o movimento. O movimento dos objetos era bastante errático.
Os ecos estavam lá por cerca de 15 minutos, vagando lentamente sul-sudoeste, meio que indo em direção ao lado de Chicago no extremo sul do lago Michigan.
Como as coisas estão no entanto, nenhuma explicação definitiva para esses avistamentos foi encontrada.

(Fonte)

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sábado, 9 de março de 2019

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Exoplanetas como Júpiter podem garantir a vida extraterrestre inteligente – dizem astrônomos


 

 

Exoplanetas como Júpiter podem garantir a vida extraterrestre inteligente

 O fato dos planetas gigantes semelhantes a Júpiter serem tão raros pode ser uma das razões pelas quais ainda temos que descobrir vida inteligente além da Terra. 

 Nos dois anos que antecederam a 1994, os astrônomos observaram avidamente o progresso de um cometa chamado Shoemaker-Levy 9 – o primeiro cometa a ser observado em órbita de um planeta – enquanto percorria nosso sistema solar antes que a gravidade de Júpiter dividisse o cometa em vários fragmentos de até 2 quilômetros de diâmetro implodindo a cerca de 215.000 quilômetros por hora.

O cometa em si não foi o que atraiu os astrônomos – em vez disso, foi a chance de observar o impacto previsto de Shoemaker-Levy 9 com Júpiter. E quando Shoemaker-Levy 9 finalmente atingiu Júpiter em julho de 1994, em uma explosão colossal quando o primeiro fragmento rasgou o planeta, criou uma bola de fogo de quase 3.200 quilômetros de altura, com temperaturas superiores a 23.000 Celsius.

Estudos recentes estimam que o gigante de gás é atingido 8.000 vezes mais que a Terra. Mas esse número pode ser ainda maior – não podemos observar diretamente o lado distante de Júpiter, afinal de contas, e a colisão com o Shoemaker-Levy 9 foi uma das primeiras vezes em que pensamos até mesmo em procurar corpos celestes que afetassem Júpiter. Faz sentido: Júpiter não é apenas um alvo enorme, sua massa atrai corpos celestes quando passam pelo nosso sistema solar. Quantas colisões do tipo Shoemaker-Levy existem ao longo da história do nosso sistema solar, ninguém sabe. Mas é um grande número, com certeza.


Como Stephen Hawking observou, o consenso geral é que qualquer cometa ou asteroide com mais de 20 quilômetros de diâmetro que atinja a Terra resultará na aniquilação completa da vida complexa – animais e plantas superiores.
No início de 2019, um glaciologista da NASA relatou uma possível segunda cratera de impacto enterrada sob mais de um quilômetro e meio de gelo no noroeste da Groenlândia. Isto segue a descoberta, anunciada em novembro de 2018, de uma cratera de 30 quilômetros de largura sob a Geleira Hiawatha – a primeira cratera de impacto de meteoro já descoberta nas camadas de gelo da Terra. Embora os recém-descobertos locais de impacto no noroeste da Groenlândia estejam a apenas 180 quilômetros de distância, eles não parecem ter se formado ao mesmo tempo.

Se a segunda cratera, que tem uma largura de mais de 35 quilômetros, for confirmada como resultado de um impacto de meteoro, ela será a 22ª maior cratera de impacto encontrada na Terra.
“Pesquisamos a Terra de muitas maneiras diferentes, do solo, do ar e do espaço – é emocionante que descobertas como essas ainda sejam possíveis”, disse Joe MacGregor, um glaciologista do Centro de Vôos Espaciais Goddard da NASA em Greenbelt, Maryland, que participou da pesquisa de ambas as descobertas.

Antes da descoberta da cratera de impacto de Hiawatha, os cientistas geralmente supunham que a maior parte das evidências de impactos passados ​​na Groenlândia e na Antártica teriam sido apagadas pela erosão implacável do gelo sobrejacente.

Apenas cerca de 1 em cada 1.000 estrelas são semelhantes ao Sol e possuem um planeta parecido com Júpiter, com uma órbita relativamente estável nos anéis externos do sistema solar. O princípio copernicano – a ideia de que a Terra e o sistema solar não são únicos ou especiais no universo – sugere que a arquitetura do nosso sistema planetário deva ser comum. Mas isso não parece ser.
Enquanto o número de exoplanetas conhecidos da Missão Kepler cresceu rapidamente, o Astrophysical Journal relatou em 2016 que observações extra-solares baseadas em solo feitas pelo Anglo-Australian Planet Search (AAPS) mostram que o número de planetas semelhantes a Júpiter, em órbitas similares ao próprio, podem não ser tão comuns quanto se pensava anteriormente. A descoberta reacendeu o debate sobre se a presença de um planeta parecido com Júpiter é necessária para a vida inteligente.

O Anglo-Australian Planet Search (AAPS) é um programa de longo prazo que está sendo realizado no telescópio anglo-australiano de 3,9 metros (AAT) para procurar por planetas gigantes em torno de mais de 240 estrelas próximas ao Sol.
O impacto dos fragmentos do Cometa Shoemaker-Levy 9 com Júpiter foi a primeira vez que os astrônomos tiveram um aviso antecipado sobre uma colisão planetária. Muitos dos telescópios do mundo, incluindo o recém-reparado Hubble, voltaram seu olhar para o planeta gigante, relatou o site Inverse.
Michael Brown, da Monash University, falou sobre a imagem do Hubble mostrando o impacto dos fragmentos do cometa Shoemaker-Levy 9 com Júpiter:
O colapso do cometa também foi minha primeira experiência profissional de astronomia observacional. De uma cúpula gelada no Monte Stromlo, esperávamos que as luas de Júpiter refletissem a luz dos fragmentos do cometa colidindo contra o lado distante de Júpiter.
Infelizmente, não vimos flashes de luz nas luas de Júpiter.
No entanto, o Hubble teve uma visão surpreendente e inesperada. Os impactos no lado distante de Júpiter produziram plumas, as quais subiram tanto acima das nuvens de Júpiter que foram brevemente vistas da Terra.
Quando Júpiter girou em seu eixo, enormes cicatrizes escuras apareceram. Cada cicatriz era o resultado do impacto de um fragmento de cometa, e algumas das cicatrizes eram maiores em diâmetro do que a nossa Lua. Para astrônomos ao redor do globo, foi uma visão de cair o queixo.
Através da história da Terra, tais colisões ocorreram, em média, a cada um milhão de anos. Se esse número estiver correto, isso significaria que a vida inteligente na Terra se desenvolveu apenas por causa da sorte de não ter havido grandes colisões nos últimos 70 milhões de anos. Outros planetas na galáxia, acreditava Hawking, sobre os quais a vida se desenvolveu, podem não ter tido um período suficientemente longo de colisão para evoluir seres inteligentes.
Nick Bailey, da equipe da Escola de Ciências da Engenharia da Universidade de Southampton, que desenvolveu um programa de identificação de ameaças, disse:
A ameaça da Terra ser atingida por um asteroide está sendo cada vez mais aceita como o maior desastre natural que a humanidade terá que enfrentar.
Quantas vezes em nossa galáxia a vida finalmente evoluiu para o equivalente de nossos planetas e animais em algum planeta distante, apenas para ser totalmente destruída por um impacto? A história da galáxia sugere que pode ser uma ocorrência comum.

(Fonte)

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http://ovnihoje.com/2019/03/09/exoplanetas-como-jupiter-podem-garantir-a-vida-extraterrestre-inteligente-dizem-astronomos/

domingo, 3 de março de 2019

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Três avistamentos de OVNIs por dia são reportados no Canadá


Três avistamentos de OVNIs por dia são reportados no Canadá


O “Fox Mulder”canadense – Christopher Rutkowski – revelou quantas vezes os canadenses estão relatando OVNIs. O aclamado ovniólogo é parte da Ufology Research, uma organização que coleta e analisa dados sobre OVNIs canadenses nas últimas três décadas.

Os números divulgados mais recentemente, que cobrem os avistamentos ocorridos em 2017, indicam que houve um total de 1.101 avistamentos em todo o Canadá – cerca de três a cada dia.
Este número também representa o quinto maior número de avistamentos para qualquer ano desde 1989.
O relatório informa:

Quebec  registrou um número recorde de OVNIs em 2017, com 518 relatos, contra 430 casos em 2016.
Em comparação, Ontário teve 241 relatórios, British Colombia teve 128, e tanto New Brunswick quanto Nova Scotia tiveram 27 casos cada.
Embora muitos dos avistamentos tenham explicações convencionais, estima-se que oito por cento do número total dos relatos permaneçam ‘inexplicáveis’.
Rutkowski disse:

Não há nenhuma evidência incontestável de que os alienígenas estão nos visitando, embora seja uma teoria maravilhosa. Há sim um fenômeno real [que] eu acho que vale a pena o estudo científico.
O estudo completo (em inglês) pode ser visto clicando aqui.

(Fonte)

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 http://ovnihoje.com/2019/02/22/tres-avistamentos-de-ovnis-por-dia-sao-reportados-no-canada/
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Expondo o Programa Espacial Secreto


Expondo o Programa Espacial Secreto


Desde aproximadamente 1980, uma esquadrilha espacial secreta chamada ‘Solar Warden (Guardião Solar) está em operação, desconhecida do público. Sereia isso um absurdo, uma conspiração ou simplesmente tão sensível que causará alvoroço ao redor do mundo?
Estas são as minhas próprias palavras depois de realizar pesquisas sobre o programa secreto. Ao submeter um pedido de liberdade de informação (Freedom of Information – FOI) com o DoD (Departamento de Defesa) ainda em 2010, recebi uma resposta muito inesperada por e-mail, que dizia: 


Cerca de uma hora atrás, falei com um representante da NASA que confirmou que esse era o programa deles, e que foi encerrado pelo presidente. Ele também me informou que não era um programa conjunto com o DoD. O representante da NASA me informou que você deveria ser direcionado ao Gerente do FOIA da Johnson Space Center.
Eu fiz o seu pedido através de uma de nossas diretorias relacionadas ao espaço e estou esperando por outra divisão com o Comando, para que respondam de volta para mim. Entraremos em contato assim que tiver uma resposta da outra divisão.
Foi a NASA que nos indicou?

O programa não opera apenas sob o governo dos EUA, mas também sob a autoridade das Nações Unidas. Então você pode estar se perguntando, como eu sei essa informação?
Bem, há muitas pessoas que se esforçaram para descobrir a verdade, e conseguiram através informações vazadas, ou simplesmente fazendo perguntas e através de departamentos do governo que escorregaram e distribuíram informações livremente, assim como aconteceu quando Darren Perks perguntou para o DoD. Um contribuinte notável é Gary Mckinnon.

Quando, há vários anos, Gary McKinnon invadiu os computadores do Comando Espacial dos EUA e soube da existência de ‘oficiais não-terrestres’ e ‘transferências de esquadra para esquadra’ e um programa secreto chamado ‘Solar Warden‘, ele foi acusado pelo Departamento de Justiça de Bush de ter cometido “o maior hack de computador militar de todos os tempos”, e encarou a possibilidade de ficar na prisão por até 70 anos após a extradição do Reino Unido. Mas julgar o sincero McKinnon em um tribunal aberto envolveria seu testemunho dos fatos secretos acima, e seu advogado seria capaz de intimar oficiais do governo a testemunhar sob juramento sobre a Frota Espacial da Marinha. A extradição de McKinnon para os EUA não foi a lugar nenhum.

McKinnon também descobriu sobre as naves ou embarcações dentro do Solar Warden. Diz-se que há aproximadamente oito naves-mãe em forma de charuto (cada uma com mais de dois campos de futebol de comprimento, de ponta a ponta) e 43 pequenas naves de reconhecimento. A Frota Espacial Solar Warden opera sob o US Naval Network and Space Operations Command (NNSOC) [anteriormente Naval Space Command]. Há aproximadamente 300 pessoas envolvidas nessa instalação, com o número subindo.

Acredita-se que o Solar Warden é formado por empreiteiros de “Projetos Negros” da indústria aeroespacial dos EUA, mas com algumas contribuições de peças e sistemas do Canadá, Reino Unido, Itália, Áustria, Rússia e Austrália. Também é dito que o programa é testado e operado a partir de bases militares secretas como a Area 51 em Nevada, EUA.
Então, devemos simplesmente descartar isso como um completo disparate?

Não, nós não deveríamos e, com o passar do tempo, a verdade sairá lentamente. Muitas pessoas ao redor do mundo estão testemunhando o movimento de naves nos céus e no subespaço que desafiam completamente a gravidade. Quer façam parte do programa secreto do Solar Warden, quer sejam aviões militares experimentais ou não, milhares de pessoas sabem o que vêem.
Há uma grande possibilidade de que este programa exista.
Sim, é uma conspiração por causa de todo a controvérsia em torno dos fatos e informações sobre o programa.

Este programa mudaria o mundo e nossas visões sobre exploração e viagens espaciais, então não é de admirar que fosse mantido em grande ‘segredo’.
Todos nós devemos manter isso no fundo de nossas mentes … pelo menos por enquanto!

(Fonte)

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http://ovnihoje.com/2019/03/01/expondo-o-programa-espacial-secreto-2/

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

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OUMUAMUA primeiro objeto insterestelar cruzando sistema solar



A nitidez desta recriação tem pouco a ver com como realmente se viu Oumuamua.

Em 19 de outubro de 2017, astrônomos que trabalhavam com um telescópio instalado na ilha havaiana de Mauí detectaram um objeto atravessando o sistema solar a toda velocidade. Pouco depois, cientistas do Centro de Planetas menores da NASA, uma instituição dedicada à vigilância de cometas e asteroides, confirmava que se tratava do primeiro objeto interestelar detectado de nosso planeta. Oumuamua, um pepino de 800 metros de largura e 80 de comprimento, provocou uma resposta que já tinha sido dada antes diante de nove descobertas científicas.
Em 1967, quando Jocelyn Bell observou um sinal de rádio vindo do espaço que não coincidia com nenhum objeto conhecido, alguns pensaram que se tratava de mensagens enviadas à Terra por uma civilização alienígena. Observações posteriores revelaram que a fonte daqueles pulsos regulares de aparência artificial era uma estrela de nêutrons, o cadáver ultradenso de uma estrela. Mais recentemente, em 2015, o telescópio Kepler detectou um estranho obscurecimento em torno da estrela KIC 8462852, outro sol de nossa Via Láctea a 1.480 anos-luz de distância. Jason Wright, um astrônomo da Universidade Penn State (EUA), propôs então que aquelas observações poderiam ter sua explicação em uma megainfraestrutura criada por uma civilização mais avançada que a humana para aproveitar a energia da estrela. Uma análise posterior descartou esse tipo de construção e considerou mais plausível que as distorções fossem causadas pelo choque de dois cometas ou por algum tipo de convulsão interna do astro.

A notícia ganhou relevância pelo prestígio de um dos signatários, Avi Loeb, presidente do departamento de astronomia da Universidade de Harvard e convencido de que o mais provável é que não sejamos os únicos seres inteligentes do cosmos. “Pelo menos um quarto das estrelas da Via Láctea tem um planeta como a Terra, com condições superficiais muito similares e uma química que permitiria o desenvolvimento da vida como a conhecemos. Se você jogar os dados vezes suficientes, e sabendo que há dezenas de milhares de milhões de estrelas na Via Láctea...”, disse
 em uma entrevista à revista The New Yorker. Em sua opinião, anomalias como a aceleração do experimento ao passar junto ao Sol ou sua própria existência só podem ser explicadas se for uma sonda movida por velas solares, um tipo de dispositivo que utiliza a radiação das estrelas para impulsionar naves espaciais.A forma de Oumuamua recordava a imensa nave extraterreste de Encontro com Rama, romance de Arthur C. Clarke. Aquele cilindro oco, procedente do espaço interestelar, chegava à nossa vizinhança, mas ignorava a Terra e seus habitantes para seguir seu caminho. Alguns pensaram que o novo visitante poderia ser uma máquina similar e vários telescópios se orientaram no sentido dele em busca de indícios de tecnologia. Não os encontraram, mas isso não impediu que em novembro do ano passado dois astrônomos de Harvard publicassem um artigo em The Astrophysical Journal Letters, no qual propunham que o estranho comportamento desse objeto poderia ser explicado se assumíssemos que se tratava de uma sonda enviada por uma civilização extraterrestre.
Pelo que se sabe de Oumuamua, é mais parecida com um asteroide do que com um cometa e isso põe em xeque algumas das ideias que os cientistas têm sobre como esses objetos se formam. Ao nascer mais perto de suas estrelas e estar fortemente ligados a elas pela gravidade, não é fácil explicar que tipo de fenômeno pode dar a ela um empurrão violento o bastante para expulsá-lo do sistema solar. Mas, como em ocasiões anteriores, é possível que novas observações permitam mudar nossa ideia sobre a formação desses objetos ou sobre as vicissitudes que ocorrem a eles em suas viagens interestelares de milhões de anos para acabar tendo uma aparência inesperada.
Loeb, que é presidente do conselho assessor da Breakthough Starshot, uma iniciativa para levar uma missão com pequenas naves ao sistema Alfa Centauri, a estrela mais próxima da Terra, afirma que enfatiza a natureza especial de Oumuamua porque quer que quando o próximo visitante interestelar chegar estejamos preparados para estudá-lo. Os especialistas reconhecem que revelar a natureza desse corpo estranho sem ambiguidades exigiria observá-lo de perto, mas devido a sua velocidade e ao inesperado de sua aparição não é possível lançar um satélite à velocidade necessária para alcançá-lo. Marco Micheli, autor de um trabalho que descrevia Oumuamua como um cometa peculiar, considera que deveria haver um equipamento pronto para ser lançado pouco depois de descobrir o próximo objeto vindo de fora do sistema solar. Até então, com a informação que temos, continuamos sem saber se há outros seres inteligentes no universo.
fonte : El PAÍS      CIÊNCIA 

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

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Misteriosas Rajadas de Rádio vindas do espaço logo poderão ser desvendadas


Misteriosas Rajadas de Rádio vindas do espaço logo poderão ser desvendadas

As rajadas de rádio rápidas – RRR (de sigla em inglês, FRBs) podem não permanecer misteriosas por muito mais tempo. 

Astrônomos identificaram mais 13 desses sinais extragaláticos, aumentando a população conhecida em cerca de 20%. E o novo curso inclui uma segunda RRR repetida já descoberta. (Todos as outras vistas até agora foram únicos, disparando apenas uma única vez.)
Ingrid Stairs, astrofísica da Universidade da Colúmbia Britânica, que faz parte da equipe que estuda o fenômeno, disse em comunicado:
Saber que há outro repetidor sugere que pode haver mais por aí. E com mais repetidores e mais fontes disponíveis para estudo, podemos ser capazes de desvendar esses quebra-cabeças cósmicos – de onde eles vêm e o que os causa.
Essas rajadas são fenômenos breves, mas incrivelmente poderosos; as emissões de milissegundos são energeticamente comparáveis ​​à produção total do nosso Sol ao longo de um século. Mas, como Stairs observou, as RRRs são tão enigmáticas quanto espetaculares. Os astrônomos ofereceram uma série de possíveis explicações para as explosões, incluindo a fusão de estrelas de nêutrons e até civilizações alienígenas avançadas.
Os novos resultados – que foram anunciados em 9 de janeiro passado, em dois artigos na revista Nature, e em apresentações na 233a reunião da American Astronomical Society em Seattle – não são uma ótima notícia para quem espera que ETs sejam os responsáveis. Quanto mais comum é um fenômeno, afinal, é mais provável que haja uma explicação natural.
A equipe de descoberta analisou as observações do Experimento Canadense de Mapeamento de Intensidade de Hidrogênio (de sigla em inglês, CHIME), um novo radiotelescópio avançado no Vale Okanagan, na Colúmbia Britânica…
O sinal que repetiu, conhecido como FRB 180814.J0422 + 73, fica a cerca de 1,5 bilhão de anos-luz da Terra, determinaram os astrônomos. Isso é cerca de duas vezes mais próximo do que o outro repetidor, FRB 121102, que é conhecido por ter disparado dezenas de explosões nos últimos anos…
Tom Landecker, membro da equipe do CHIME, disse:
Essas fontes podem produzir ondas de rádio de baixa freqüência, e essas ondas de baixa frequência podem escapar de seu ambiente e não são muito dispersas para serem detectadas quando chegarem à Terra.
Isso nos diz algo sobre os ambientes e as fontes. Não resolvemos o problema, mas há várias outras peças no quebra-cabeça.
Colaboração: Fábio Silva Pereiraado
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