Planetas que orbitam sistemas de estrelas binárias enfrentam mais estresse do
que sistemas com uma estrela. Porém, uma nova pesquisa revelou que estrelas
binárias, quando bem próximas uma da outra, podem ser tão boas quanto estrelas
solitárias para abrigar a vida. Estrelas gêmeas de baixa massa podem ser as
melhores hospedeiras, porque suas energias combinadas extendem a região
habitável muito mais longe do que quando existe uma única estrela.
Após testar diferentes modelos de uma variedade de sistemas binários, dois astrônomos determinaram que estrelas com 80 por cento da massa do Sol, se estiverem próximas uma da outra, poderiam propiciar condições que seriam ideais para abrigar planetas habitáveis.
“Potencialmente, poderia existir até mais vida em sistemas binários do que em sistemas com uma única estrela“, disse Joni Clark, da Universidade Estadual do Novo Mexido, nos EUA. Clark trabalhou com o astrofísico Paul Mason da Universidade do Texas em El Paso
Estrelas de baixa massa são de duas a três vezes mais comuns do que o nosso Sol. Seu enorme número pode dar a elas maiores chances de serem boas hospedeiras. Mas seu tamanho menor também significa que elas possuem mais radiação ultra-violeta e mais ventos solares na zona habitável. Esses dois fatores são importantes no que diz respeito a manter um ambiente propício à vida.
Após testar diferentes modelos de uma variedade de sistemas binários, dois astrônomos determinaram que estrelas com 80 por cento da massa do Sol, se estiverem próximas uma da outra, poderiam propiciar condições que seriam ideais para abrigar planetas habitáveis.
“Potencialmente, poderia existir até mais vida em sistemas binários do que em sistemas com uma única estrela“, disse Joni Clark, da Universidade Estadual do Novo Mexido, nos EUA. Clark trabalhou com o astrofísico Paul Mason da Universidade do Texas em El Paso
Estrelas de baixa massa são de duas a três vezes mais comuns do que o nosso Sol. Seu enorme número pode dar a elas maiores chances de serem boas hospedeiras. Mas seu tamanho menor também significa que elas possuem mais radiação ultra-violeta e mais ventos solares na zona habitável. Esses dois fatores são importantes no que diz respeito a manter um ambiente propício à vida.
Os planetas devem ficar bem mais próximos das estrelas únicas para se
beneficiarem, o que é algo que trás um número de desafios. Tais planetas são
mais propensos a estar travados na órbita, com somente uma face permanentemente
apontada para sua estrela, recebendo toda a atividade solar diretamente naquela
face.
Porém, quando duas estrelas estão orbitando uma à outra, sua energia combinada extende a região habitável de suas órbitas, assim minimizando algumas das ameaças encaradas pelos planetas que orbitam estrelas de massa baixa.
Leia mais: http://ovnihoje.com/2013/02/27/a-vida-extraterrestre-pode-ser-comum-ao-redor-de-estrelas-binarias/#ixzz2MWi8mboz
Porém, quando duas estrelas estão orbitando uma à outra, sua energia combinada extende a região habitável de suas órbitas, assim minimizando algumas das ameaças encaradas pelos planetas que orbitam estrelas de massa baixa.
Leia mais: http://ovnihoje.com/2013/02/27/a-vida-extraterrestre-pode-ser-comum-ao-redor-de-estrelas-binarias/#ixzz2MWi8mboz
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